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Exposure Management

Se um atacante decidisse comprometer sua empresa hoje, ele conseguiria?

Compliance aprovado não significa resistência real. A SEK replica as táticas de grupos de ameaça ativos na América Latina. Teste de intrusão, red team e simulação de adversário com mais de 25 anos de operação ofensiva e ferramental próprio, para responder essa pergunta com evidência.

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Já sabe que procura um programa anual? Vá direto para Business Takeover Simulation ↓

+800Organizações avaliadas na região
+50Especialistas ofensivos
+450Pesquisadores na comunidade CyScope
+25Anos de operação ofensiva

A superfície

Ver tudo o que está exposto. Provar o que é explorável.

Quatro camadas da superfície de ataque, varridas de forma contínua, do que está fora do inventário ao ambiente interno. Só se valida o que se consegue ver.

FORA DO INVENTÁRIOPERÍMETRO EXTERNONUVEMAMBIENTE INTERNOATIVO CRÍTICO
Visibilidade contínua5 verticais
EASM
Superfície de ataque externa · fora do inventário

O que está na internet em nome da empresa, na ótica do atacante.

Vuln externa
Gestão de vulnerabilidades externa · perímetro externo

O ponto cego que o atacante enxerga primeiro.

CSPM
Postura em nuvem · nuvem

Configuração, legado e permissão excessiva em cloud.

Vuln interna
Gestão de vulnerabilidades interna · ambiente interno

Perímetro interno priorizado por contexto de negócio.

CTEM
Conformidade técnica contínua · ver Governança ↓

Configuração medida contra o CIS Benchmark de forma permanente. Responde "eu cumpro?", não "o que tenho exposto?".

As quatro primeiras verticais são contratadas como programa contínuo na família Exposição contínua. A quinta vive em Governança.

O programa

Um ano. Quatro ciclos. Um adversário que não vai embora.

Business Takeover Simulation
Red Team · pontualTAE · trimestralBTS · anual

Governança

De achado técnico a decisão de governança

Um relatório técnico responde o que aconteceu. Quase nunca responde por que existiu, quem responde por corrigir nem como se verifica que não volta. Essa tradução é um trabalho distinto, e é onde o achado deixa de ser um ticket e passa a ser uma decisão.

01O dado técnico

Achado, evidência e explorabilidade real. O ponto de partida, não a conclusão.

02A causa no processo

Por que foi possível: qual controle faltou, qual decisão habilitou, o que se repete em outros lugares pelo mesmo motivo.

03Dono, controle e métrica

Quem responde, com qual controle se fecha e como se verifica. Sem dono, a correção depende de alguém lembrar.

04Linguagem de board e de regulador

O mesmo achado expresso como risco de negócio e como evidência de conformidade.

Quando o objetivo é que o achado não volte no ano seguinte, nosso time de governança pega o dado técnico e o leva a causa raiz, dono e controle, usando a normativa como idioma comum. A conformidade não é o destino: é a forma pela qual a melhoria se torna verificável por um terceiro.

Os instrumentos

Normas internacionais

  • Implementação SGSI ISO 27001Do diagnóstico à certificação.
  • Avaliação NIST CSF 2.0Maturidade por função e plano de ação.
  • Avaliação CIS Controls v8Cobertura por grupo de implementação.
  • SWIFT CSPAtestação anual do cliente.
  • Conformidade técnica contínuaConfiguração medida contra o CIS Benchmark de forma permanente.

Normativa local por país

  • LGPD e ANPDBrasil.
  • Resolução BCB e requisito de banco centralBrasil · instituições financeiras.
  • Lei 21.719 de dados pessoaisChile.
  • RAN 20-10 CMFChile · banca e instituições financeiras.
  • Normativa financeira e de dadosPeru, Colômbia e Argentina.

Governança e liderança

  • Assessoria estratégica e governança de cibersegurançaEstrutura, comitês, políticas e métricas de board.
  • CISO as a ServiceLiderança de segurança dedicada, por fração de jornada.
  • Avaliação de maturidade e plano plurianualLinha de base, lacunas priorizadas e orçamento associado.
Programa de resiliênciaResilience Acceleration Program

Onde o BTS responde "nós resistiríamos a um ataque?", o RAP responde "quanto tempo levamos para voltar a operar?". Intervenção delimitada com linha de base, metas por trimestre e acompanhamento executivo, para mover a resiliência de um ponto a outro em um prazo definido. Vive no método SEK.

Ver o método RAP

Por que a SEK

Operação ofensiva, não pentest de catálogo

Pentest de catálogo
Operação SEK
Quem executa
Consultor rodando ferramenta de terceiro
Time que pesquisa e palestra na Ekoparty, 8.8 e DEF CON
Ferramental
Framework público, igual para todo cliente
Metodologia e ferramenta próprias, com IA ofensiva
Escopo
O que a ferramenta consegue escanear
O processo de negócio que não pode falhar
Execução
Automatizada, acha o óbvio
Mais de 80% manual, encadeia falhas menores
Cobertura
Perímetro digital
IT, OT, IA, humano e físico
Entregável
Lista de CVE
Narrativa e evidência que o CISO leva ao board

Próximo passo

Dois caminhos de entrada

Quem já sabe o que quer testar pede o escopo direto. Quem não sabe por onde começar faz primeiro o diagnóstico e prioriza por risco.

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